Quarta-feira, 16 de Maio de 2007

De cavalo para burro

Diz-se que ninguém passa alegremente de cavalo para burro, pelo que tenho alguma dificuldade em perceber a dança das cadeiras a que assistimos ontem.

 

O n.º 2 do governo abandona o seu ministério para se candidatar a uma câmara municipal? Um juiz do Tribunal Constitucional (TC) abandona o seu posto para passar a ministro? Não compreendo. Mas, fazendo um esforço, ocorrem-me apenas três hipóteses para justificar este corrupio:

 

1. Ser presidente da Câmara Municipal de Lisboa é mais importante do que ser ministro e n.º 2 do governo. Ser ministro é mais importante do que ser juiz do TC.

 

2. Estas trocas ocorreram não por vontade dos próprios, mas por obediência a um superior hierárquico.

 

3. Mais vale burro que me carregue do que cavalo que me derrube.

publicado por Carlos Carvalho às 00:44
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1 comentário:
De Transbordices a 17 de Maio de 2007
Na realidade, o corrupio dessas mudanças não pode ser compatível com a estabilidade governativa

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. Carlos Carvalho

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