Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2007

STAPE

A minha intenção inicial era contestar este artigo de Pedro Magalhães, onde se refere que o “sim” ganhou no continente em 1998. Para tal, era necessário consultar os números exactos do referendo anterior.

 

Eis os números que encontrei aqui:

Votos “sim”: 1.308.607 (país) – 2.524 (Açores) – 15.681 (Madeira) = 1.290.402 (continente)

Votos “não”: 1.357.698 (país) – 12.467 (Açores) – 49.733 (Madeira) = 1.295.498 (continente)

Conclusão: O “não” ganhou no continente.

 

Eis agora os números que encontrei aqui:

Votos “sim”: 1.308.607 (país) – 8.422 (Açores) – 15.681 (Madeira) = 1.284.504 (continente)

Votos “não”: 1.357.698 (país) – 40.545 (Açores) – 49.733 (Madeira) = 1.267.420 (continente)

Conclusão: O “sim” ganhou no continente.

 

Eis ainda os números que encontrei aqui:

Votos “sim”: 1.265.520 (país) – 8.368 (Açores) – 15.681 (Madeira) = 1.241.471 (continente)

Votos “não”: 1.333.022 (país) – 39.899 (Açores) – 49.733 (Madeira) = 1.243.390 (continente)

Conclusão: O “não” ganhou no continente.

 

Era de esperar, nove anos depois de um acto eleitoral, que as fontes fossem consensuais quanto aos resultados apurados. Digo eu. Mas o certo é que há fontes que nos garantem que o “não” ganhou no continente em 1998, ao passo que outras asseguram que a vitória pertenceu ao “sim”. Em qual das fontes acreditar: no STAPE, no STAPE ou no STAPE?

 

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publicado por Carlos Carvalho às 00:35
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