Terça-feira, 9 de Janeiro de 2007

Vida para totós

Lili Caneças disse um dia, num momento de rara inspiração, que estar vivo é o contrário de estar morto. Sábias palavras, infelizmente não ao alcance de todos os intelectos.

 

Sabe-se que o aborto não é punido em caso de morte do feto. Donde se conclui que, para haver punição, o feto tem de estar vivo. De ter vida. Não percebo por isso a discussão em torno da existência ou não de vida intra-uterina. Podemos discutir a sua relatividade enquanto valor. Podemos defender a sua subjugação a valores mais importantes. Não podemos é negar a sua existência.

 

Um organismo ou está vivo ou está morto. Só os vírus fogem a esta dicotomia. E um feto não é um vírus.

 

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publicado por Carlos Carvalho às 00:36
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