Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2005

Receitas extraordinárias

É sabido que uma das promessas deste governo é a de não recorrer a receitas extraordinárias para reduzir o défice.

Por outro lado, sempre foi política do PS propor aumentos salariais que, pelo menos, corrigissem a inflação e tivessem em conta os ganhos de produtividade.

Tendo isto em conta, e ignorando mesmo os ganhos de produtividade, pergunta-se:

Propor a perda de poder de compra - congelando salários ou aumentando-os abaixo da inflação - não será uma forma de obter receitas extraordinárias?

O que será que os trabalhadores preferem (cedendo um pouco à demagogia):
- Auto-estradas gratuitas ou salários mais altos?
- Edifícios públicos inúteis ou maior poder de compra?
- Empresas públicas mal geridas ou mais dinheiro no bolso?
- Obras faraónicas ou melhor qualidade de vida?

Respostas difíceis...

publicado por Carlos Carvalho às 23:32
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